Ulisses

Livro Ulisses
Título: Ulisses
Título original: Ulysses
Autor:James Joyce
Ano de lançamento: 1922
Outros livros do autor
  • “Qual a idade da alma do homem? Como tem ela a virtude do camaleão de mudar sua tez a cada nova aproximação, de ser alegre com os contentes e prantear com os deprimidos.”
    James Joyce
  • “A arte tem que nos revelar ideias, essências espirituais amorfas. A suprema questão para uma obra de arte é quão profunda é a vida de onde ela brota.”
    James Joyce
    [Tags:arte, pintura]
  • “Confiança? Pão lançado sobre as águas.”
    James Joyce
    [Tags:confiança]
  • “Amor matris, genitivo subjetivo e objetivo, pode ser a única coisa verdadeira na vida. A paternidade pode ser uma ficção legal.”
    James Joyce
  • “Toda vida é muitos dias, dia após dia. Caminhamos por nós mesmos, encontrando ladrões, fantasmas, gigantes, velhos, rapazes, esposas, viúvas, bonscunhados. Mas sempre encontrando a nós mesmos.”
    James Joyce
  • “Paz e guerra dependem da digestão de algum fulano.”
    James Joyce
    [Tags:guerra, paz]
  • “Os eventos por vir projetam antes as suas sombras.”
    James Joyce
  • “Para aprender é preciso ser humilde.”
    James Joyce
  • “É breve nossa luxúria. Somos meros meios para essas pequenas criaturas em nós e a natureza tem fins diferentes de nós.”
    James Joyce
  • “Letra? Música? Não: é o que está por trás.”
    James Joyce
  • “A beleza da poesia, tão triste em sua delicadeza transitória.”
    James Joyce
    [Tags:poesia]
  • “A invencível ignorância. Agiam segundo as suas luzes.”
    James Joyce
    [Tags:ignorância]
  • “Odeio ficar cercado de gente. (...) Pode estar todo mundo já vivendo de cápsulas nessa época.”
    James Joyce
  • “Ninguém é coisa nenhuma.”
    James Joyce
  • “O pensamento é o pensamento do pensamento. Plácida luz.”
    James Joyce
    [Tags:pensamento]
  • “A alma é de certa forma tudo que existe: a alma é a forma das formas. Súbita, vasta, placidez incandescente: forma das formas.”
    James Joyce
    [Tags:alma]
  • “Segredos, sílices silentes, repousam nos palácios escuros de ambos nossos corações: segredos exaustos de sua tiranias: tiranos desejosos de se ver destronados.”
    James Joyce
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