Madame Bovary

Livro Madame Bovary
Título: Madame Bovary
Título original: Madame Bovary
Autor:Gustave Flaubert
Ano de lançamento: 1856
  • “A partir desse momento, a sua existência não foi mais do que um amontoado de mentiras, em que ela envolvia o seu amor como que em um véu para o esconder. Era uma necessidade, uma mania, um prazer, a tal ponto, que se ela dissesse ter passado ontem pelo lado direito da rua, devia-se acreditar que passara pelo esquerdo.”
    Gustave Flaubert
    [Tags:mentir, mentiras]
  • “Não te mexas! Não fales! Olha para mim! Dos teus olhos sai alguma coisa de muito doce que me faz um bem imenso!”
    Gustave Flaubert
    [Tags:fascínio, olhar, olhos]
  • “O dever é sentir o que é grande, querer o que é belo, e não aceitar todas as convenções da sociedade, com as ignomínias que ela nos impõe.”
    Gustave Flaubert
    [Tags:deveres, opiniões]
  • “O marido não era também alguma coisa dela?”
    Gustave Flaubert
    [Tags:marido]
  • “O amor, conforme acreditava, devia chegar de repente, com grandes tumultos e fulgurações – furacão dos céus que desaba sobre a vida, transtorna-a, arranca as vontades como folhas e arrasta o coração inteiro para o abismo.”
    Gustave Flaubert
    [Tags:amor, paixão]
  • “O que há de mais lamentável, não é verdade, é arrastar, como eu, uma existência inútil. Se nossas dores pudessem ser úteis a alguém, consolar-nos-íamos com o pensamento do sacrifício!”
    Gustave Flaubert
  • “Tinha essa inexprimível beleza que resulta da alegria, do entusiasmo, do êxito, e que nada mais é que a harmonia do temperamento com as circunstâncias.”
    Gustave Flaubert
  • “É que ela tem uns olhos que penetram na alma como verrumas! E aquela tez pálida! E eu adoro as mulheres pálidas!”
    Gustave Flaubert
    [Tags:mulheres, olhos, pele]
  • “Falaram, então, da mediocridade provinciana, das existências que ela sufocava, das ilusões que nela se perdiam.”
    Gustave Flaubert
  • “E depois, não lhe parece que o espírito vagueia mais livremente por aquela extensão sem limites, cuja contemplação nos eleva a alma, e nos dá idéias do infinito, do ideal?”
    Gustave Flaubert
  • “Porque as suas convicções filosóficas não impediam suas admirações artísticas; nele, o pensador não subjugava o homem sensível.”
    Gustave Flaubert
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