Eu traguei, essa foi a questão. Obs.: Sobre a maconha.
Hoje temos um exército alemão de arruaceiros, viciados, cabeludos, homossexuais e sindicalistas.
Ecstasy é muito bacana na hora. Quando cai na real, é um saco. Sai espinha na cara, deprê. Prefiro água-de-coco, pegar onda, respirar fundo, fazer ioga. Obs.: Confessando em entrevista à revista Playboy que já tomou a droga.
Se o mal-estar precedesse a embriaguez, nós nos guardaríamos de beber em excesso. Mas o prazer, para enganar-nos, vai na frente e nos oculta seu séquito.
Bebo para tornar as outras pessoas mais interessantes.
Intelectual não vai a praia. Intelectual bebe.
O futebol é o ópio do povo e o narcotráfico da mídia.
Tenho certeza da importância que é fazer a experiência de liberar as drogas. Seria como a bebida. Seria comprar cocaína como se compra cerveja, livremente. E se cuidaria dos cocainômanos como se cuida dos alcoólatras.
Eu não cheiro, não fumo. Só estou bebendo. Pelo menos uma cervejinha, né? Obs.: No último ensaio com a banda, realizado no dia anterior à sua morte.
Tem cinco dias que não fumo. Obs.: No último ensaio, festejando com a banda a decisão em parar de fumar.