É somente através do trabalho da comunidade que nos vamos conseguir realizar alguma coisa, somente o trabalho conjunto e o respeito ao trabalho que vai nos levar aquilo que nos queremos. Uma melhor qualidade de vida. E nos queremos o melhor. É ou não é?
Para adquirir um respeito crescente e duradouro na sociedade, é uma boa coisa, se você possui grande talento, dar, no início da sua juventude, um chute muito bem dado na perna direita da sociedade que você ama. Depois disso, seja um esnobe.
Não levo ninguém a sério o bastante para odiá-lo.
Aprendí tudo que sei com os Beatles.
Aprendi rock com Ezequiel Nevez, porque eu ouvia muito pouco disso. Eu lia as coisas que ele escrevia, bem antes de conhecê-lo. Lia mais que ouvia rock.
Eu me sinto ele às vezes. Essa brincadeira de ser o "cavalo" do Cazuza está se tornando séria. De vez em quando rola uma confusão na minha cabeça. Eu canto e trato as músicas como se eu é que tivesse composto elas. Parece que sou que escrevi aquelas letras, tamanha é a minha identificação com Cazuza. Obs.: Ao falar do show "Veneno Antimonotonia", que fez em 1997, com músicas de Cazuza.
Ouço Beatles desde criança. Eles são a trilha sonora de minha vida.
Pirei quando ouvi o Itamar Assumpção pela primeira vez. Aquele jeito de compor todo esquisito. Acho fantástico.
O que mais me preocupo na educação de meu filho é ensiná-lo a respeitar as coisas.
Quando você morre em um país sem memória, imediatamente eles te esquecem. Quando eu morrer, vou passar uns 20 anos esquecido. Obs.: Em 1991, sobre o ostracismo da obra de Érico Veríssimo e a produção literária brasileira atual.