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"Eu não posso me conformar em ser pobre."
Obs.: Em 2004, explicando ao jornal espanhol El País que queria igualdade nas relações comerciais com a União Européia e os Estados Unidos.
[ Lula ]
"Ao invés de ficarmos reclamando que os negociadores americanos são duros, nós é que temos de deixar de ser moles."
Obs.: Em 2004, em discurso a investidores americanos em Nova York.
[ Lula ]
"Nós vamos ensinar este país a negociar. Nós vamos ensinar este país a atingir a maturidade de que ele precisa para dar um salto de qualidade interna e externa. Nós precisamos ter a grandeza de entender que as negociações se fazem extremamente necessárias."
Obs.: Em 2003, sobre a negociação para a aprovação do texto da reforma tributária na Câmara.
[ Lula ]
"Gostaria que fosse que nem eu e a Marisa, que nos conhecemos e em cinco meses estávamos casados, e há 30 anos estamos fazendo negócio. E o superávit comercial é dela."
Obs.: Em 2003, sobre comércio exterior.
[ Lula ]
"O governo não vai meter o dedo na questão do dólar."
Obs.: Em 2003, quando havia dito que o dólar não poderia cair tanto a ponto de prejudicar as exportações.
[ Lula ]
"Os EUA querem negociar seus temas sensíveis na Organização Mundial do Comércio, mas negociar os temas sensíveis para o Brasil na Alca. Se manda uns para a OMC, tem de mandar os outros também."
Obs.: Em 2003, sobre as atitudes comerciais dos EUA.
[ Lula ]
"O Brasil não é uma coisinha qualquer."
Obs.: Em 2002, como candidato do PT à Presidência, sobre a recomendação de bancos americanos contrária a investimentos no país por causa de sua boa colocação nas pesquisas.
[ Lula ]
"O processo de privatização brasileiro foi um estupro tão grave quanto o do maníaco do parque (Francisco de Assis Pereira, que cumpre pena por estupro, roubo, atentado violento ao pudor e homicídio)."
Obs.: Em 2001, sobre o processo de venda de estatais no governo FHC.
[ Lula ]
"Eu já estou sentindo a comichão do futuro."
Obs.: Em 2005, na solenidade dos cinco anos de aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal.
[ Fernando Henrique Cardoso ]
"A Alca desse jeito não sai."
Obs.: Em 2002, ao comentar o veto dos EUA à entrada de frango brasileiro no Canadá.
[ Fernando Henrique Cardoso ]
"Sem dúvida, seria um quase suicídio pensar em fechar a economia outra vez, em fazer barreiras tarifárias e fazer com que haja algum setor protegido no Brasil."
Obs.: Em 2002, criticando o “falso nacionalismo” de setores que queriam outro modelo de desenvolvimento.
[ Fernando Henrique Cardoso ]



