Práticamente limpamos os marxistas do país.
Não há ideia nem fato que não possam ser vulgarizados e apresentados a uma luz ridícula.
A melhor propaganda anti-comunista é deixar um comunista falar.
Eu não achava que precisava cheirar para cantar, mas ia na onda; tinha bastante e sempre mandava uma. Era o frisson da galera, todo mundo ia!
Sou a favor de toda música espontânea, que não foi criada por gravadoras. Obs.: Em 2001, apoiando o funk carioca.
Eu não gosto de axé. E na Bahia há uma monocultura desse gênero.
Eu vivo de saco cheio dessa história de ter que ser de determinado jeito senão é taxado de anormal. De ter que usar a cor da moda, e de ter que fazer o que a mídia te impõe. Eu quero ter a liberdade de me assumir do jeito que eu sou, mesmo sendo imperfeita, passível de falhas, ou seja humana.
Eu não sigo as tendências. Eu não me preocupo com as paradas. Eu apenas faço o que gosto, e tenho tido sorte das pessoas gostarem do que eu faço. E eu não penso no que eu fiz, e sim no que irei fazer.
Se eu fizesse música para as pessoas se matarem, não teria muito público.
Eu juro que nunca disse para o garoto pegar a porra da arma. Obs.: Sobre as acusações de incitação ao suicídio.