Vamos reconhecer o que nos une além das fronteiras e forma a força deste país abençoado. Vamos abraçar nossa história e nosso legado.
Claro, arte é uma grande parte do processo para ser um autor de mangá, mas igualmente importante é ser capaz de escrever uma boa história. Eu faço praticamente tudo sozinho desde os personagens até os fundos. Receber conselhos dos editores é importante, mas ter um editor que consegue te apoiar é a chave do negócio. Obs.: Quando perguntam como foi ser "treinado" para ser um autor de mangás para a Shonen Jump e que tipo de coisa ele apendeu lá.
Criar um mangá não se trata apenas de desenhar, mas também fazer uma boa história e não perdê-la. Assistir filmes de Hollywood para inspiração. Aqueles que tem uma mente fechada ao entendimento não conseguem ir longe.
Evidente que foi (armado o ataque contra as torres gêmeas) pelos próprios americanos, não seja idiota, é como o holocausto, você acha que não tinha nenhum judeu manipulando isso por debaixo do pano? Obs.: Em entrevista à Rádio Tupi (30/10/2006)
A história da oposição dos homens à emancipação das mulheres é mais interessante talvez do que a história da própria emancipação.
A história é o mais perigoso produto jamais preparado pela química do intelecto. Provoca sonhos, inebria as nações, sobrecarrega-as com falsas reminiscências.
Cada um tem seu passado preso em si como as páginas de um livro conhecido por seu coração, e seus amigos só podem ler o título.
Versos... não. Poesia... não. Um modo diferente de contar velhas histórias.
Os que se chamam grandes homens são etiquetas que dão o seu nome aos acontecimentos históricos; e assim como as etiquetas, não têm relação com esses acontecimentos.
Nada serviu tanto o despotismo como as ciências e os talentos.