Como camelô, eu já era um empresário. Mantinha três funcionários. Um ficava olhando quando vinha o rapa. O outro cuidava do estoque de canetas e o terceiro funcionava como farol. Ele chegava de 15 em 15 minutos e dizia: 'Gostei da caneta, me dá uma', chamando a atenção dos clientes.
Quero o topo, faço qualquer coisa para chegar lá. Até dançar rumba vestido de havaiana, se for preciso.
Eu construí tudo aprendendo a sobreviver nas ruas e no curso de pára-quedismo.
Pobre é o melhor pagador do mundo. É humilde, é correto.
Quem fala é o numero. Quem dá Ibope pode mostrar o que quiser.
Brasil é um país novo em que um camelô, com sorte e talento, pode subir muito. Obs.: Em dezembro de 2000.
Ra, rai, ri, ri... três aviõezinhos de cinquenta reais para o auditório!
O filme de hoje na sessão das dez é muito bom...eu não assisti, mas o filme é muito bom!
Má, má... Roque, traz mais dinheiro!
Quem quer dinheiro?