Se vocês deixarem a gaiola cair eu mato um de vocês. Obs.: Avisando os repórteres que lhe faria uma entrevista.
Francisco Horta eu considero o maior presidente com quem trabalhei. Eu devo muito a ele porque ele acreditou no Rivellino. Tanto que me levou pra lá. Na época chamavam de máquina, um time fantástico e nós fomos campeões. Fui bicampeão carioca.
Pelé que poderia ser, não era. Poderia ter as coisas diferentes, do tipo 'eu não vou treinar hoje, não quero treinar amanhã'. Mas ele era um exemplo.
Acho que você nunca se realiza, porque sempre quer mais. Mas de certa forma eu me sinto feliz pelo que Deus me proporcionou na carreira.
Eu acho que passaria tudo de novo. Vou perder o campeonato de novo para o Palmeiras? Vou porque acredito muito em Deus. Acho que não era pra eu ser campeão pelo Corinthians.
A estrutura do futebol brasileiro é falida.
Acho que eu deveria ter saído também com o Júnior.
Deixo o Corinthians porque não me deram condições de trabalho. Lutei para ser um vencedor como dirigente, assim como fui como jogador, mas não tive condições. Obs.: Comentou, sobre seu naufrágio como cartola.
Eu só tenho que agradecer ao Corinthians. O Corinthians foi muito importante na minha vida, sem dúvida nenhuma.
Foi o clube que abriu as portas pra mim, que me deu uma condição de chegar à seleção, de ser campeão do mundo. Obs.: Comentando sobre o Corinthians