Eu vi o mar na minha frente e fiquei louco. Entrei na água de sapato e tudo para ver se era salgada mesmo. Era. Obs.: Em 2006, relembrando o dia em que chegou a Santos.
É incrível poder elogiar um goleiro do Brasil pela 1ª vez na história. Obs.: Sobre as atuações de Marcos na seleção.
Se eu pudesse me chamaria Edson Arantes do Nascimento Bola. Seria a única maneira de agradecer o que ela fez por mim...
Antes de falar do Pelé, Maradona precisa pedir autorização para o Zico, o Sócrates, o Romário, o Tostão, o Rivelino. Obs.: Em 2000, respondendo a críticas feitas pelo argentino, que se considera o melhor jogador do século.
O futebol vai morrer. Obs.: Em 2001, prevendo o futuro depois da confusão da Copa João Havelange.
Foi um passo muita à frente, para o qual os dirigentes não estavam preparados. Obs.: Em 2001, reconhecendo a derrota da Lei do Passe, um trecho da Lei Pelé que desvincula os jogadores de seus clubes.
Quero que vocês olhem para o lado e vejam se tem algum jogador aqui para discutir a Lei Pelé. Obs.: Em 2001, na reunião que definiu a nova Lei do Passe.
Eu não sou louco. Obs.: Em 2001, descartando qualquer possibilidade de ser técnico da seleção brasileira.
Há 32 anos eu ajudo o UNICEF. Quem me conhece sabe que eu não faria isso. Obs.: Em 2001, sobre o desvio de US$ 700 mil de um evento do Unicef.
Quando ela começou a falar, reparei em seu rosto e vi que ela era da família. Obs.: Em 2002, quando reconheceu a paternidade da fisioterapeuta Flávia Christina Kurtz, de 32 anos.