O Barrichello é assim: reclama quando perde e quando ganha.
Quando você começa numa equipe, precisa alcançar o grupo andando para conseguir algo em troca.
Aqueles que entraram na Fórmula Um sem experimentar carros desprovidos de auxílios eletrônicos vão encontrar dificuldades. Controlar 800 cavalos de potência dependendo dos músculos do braço e da sensibilidade dos pés pode se transformar num perigoso exercício.
Minha memória mais latente da infância é sobre ter a liberdade de decidir qual caminho seguir na vida e contar com o apoio dos meus pais.
Meus filhos não são conhecidos, e acho isso muito importante. Até agora eles viveram uma vida normal, e vai continuar a ser assim. Sinto que eles deveriam ter a possibilidade de viver uma vida livre sem a pressão da fama que eu criei.
No esporte não há nenhum momento que seja igualzinho a outro. Estou na Fórmula Um há 12 anos, e fora isso tive um ano com o carro perfeito.
Farei tudo o que puder para trazer o Número Um para a Ferrari. Toda a equipe e todos os fãs merecem isso.
Gosto de compartilhar a minha vida, e passar o tempo com alguém que amo. Isso tem funcionado 100 porcento com minha esposa.
Sou o mais piloto velho mais velho da Fórmula 1. Consigo viver bem com isso. Mas ainda não sou o mais lento.
Acho que algum mecânico pensou que eu estivesse com frio e resolveu me esquentar. Obs.: Vencedor do GP da Áustria de F-1, que não abandonou o carro incendiado no primeiro pit stop.