Não desprezes a morte; dá-lhe boa acolhida, como a uma das coisas que a Natureza quer.
A morte é o descanso das repercussões sensórias, do titerear dos impulsos, das divagações do intelecto e dos serviços à carne.
Não poderás ser mestre na escrita e leitura sem ter sido antes aluno. Quanto menos na vida!
Nada de desgosto, nem de desânimo; se acabas de fracassar, recomeça.
A experiência é um troféu composto por todas as armas que nos feriram.
Não se é menos culpado não fazendo o que se deve fazer do que fazendo o que não se deve fazer.
Pratica cada um dos teus atos como se fosse o último da tua vida.
Se te ocorrer, de manhã, de acordares com preguiça e indolência, lembra-te deste pensamento: Levanto-me para retomar a minha obra de homem.
Bem mais graves são os efeitos produzidos em nós pela ira e pela dor, com os quais reagimos às coisas, do que aqueles produzidos pelas coisas em si, pelos quais nos encolerizamos e sofremos.
Os homens são feitos um para o outro: instrui-os, ou então, suporta-os.