Tem gente que não gosta do meu otimismo, mas eu sou corintiano, católico, brasileiro e ainda sou presidente do país. Como eu poderia não ser otimista?
Vamos trabalhar para ganhar as eleições. Não é uma eleição fácil. É como time de futebol. Quando o time está ganhando de um a zero, de dois a zero, quando o time está ganhando, recua, não quer mais fazer falta, pênalti, fica só rebatendo a bola. E quem está perdendo vem para cima com tudo, e é com gol de mão, de cabeça, de chute, de canela. Não tem jogo ganho ou fácil. Obs.: Falando que a eleição não está ganha e pediu que seus aliados trabalhem para garantir a vitória.
Apanhamos muito e perdemos companheiros, companheiros de qualidade, que tinham muita pressa e acreditavam que as coisas podiam ter sido feitas de anteontem para ontem. Isso tudo serviu de lição para nós. Apanhei muito, plantei e agora estamos podendo chupar os frutos Obs.: Ao se referir a crise política.
Apanhamos muito e perdemos companheiros, companheiros de qualidade, que tinham muita pressa e acreditavam que as coisas podiam ter sido feitas de anteontem para ontem. Isso tudo serviu de lição para nós. Apanhei muito, plantei e agora estamos podendo chupar os frutos. Obs.: Ao se referir a crise política.
Temos que saber se as crianças estão aprendendo. O resultado não é nada promissor. Obs.: O presidente defendeu que os alunos sejam submetidos a provas mensais para testar o aprendizado das crianças.
Só um doido aceita um segundo mandato se as condições estão desfavoráveis. Obs.: Ao discursar durante encontro com educadores.
Por mais que você não goste de sua aparência, afirme-se bonito. Obs.: Em 2005, em meio a comentários políticos, volta a citar frases de livro de auto-ajuda.
Precisamos mudar as relações de força no mundo. Não podemos ser observadores passivos de decisões que afetam diretamente o nosso destino. (...) Juntos temos de lutar pela eliminação dos pesados subsídios e de outras medidas protecionistas praticadas pelos países ricos. Obs.: Em 2005, durante jantar oferecido à comitiva brasileira no palácio presidencial do governo de Camarões, convocando o presidente Paul Biya a lutar contra as medidas protecionistas dos países ricos.
Queria dizer ao presidente Wade e ao povo do Senegal e da África que não tenho nenhuma responsabilidade com o que aconteceu no século 18, nos séculos 16 e 17. Mas penso que é uma boa política dizer ao povo do Senegal e ao povo da África: perdão pelo que fizemos aos negros. Obs.: Em 2005, durante discurso na Casa dos Escravos, em Dacar, capital do Senegal.
Política é olho no olho. Obs.: Em 2005, na visita oficial à Nigéria, defendendo suas constantes viagens ao exterior.