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( ESCRITOR )
"Mais difícil do que publicar um livro é escrever um bom livro."
Obs.: Sobre a dificuldade de publicação para um jovem autor.
[ Jorge Amado ]
"Aprendi, nos anos em que estive exilado na Europa, de 48 a 52, uma coisa que o brasileiro sabe pouco, que é responder cartas. Me custa muito tempo, mas ainda hoje faço um esforço para responder."
Obs.: Em 1992, sobre a correspondência com seus leitores.
[ Jorge Amado ]
"Na Europa, chamam-me de mestre, mas é caminhando pelas ruas de Salvador que eu me sinto à vontade."
[ Jorge Amado ]
"O que está acontecendo no Brasil é como uma coceira, muita gente pensa que é lepra, mas é só uma coceira, vai acabar."
Obs.: Em 1992, ao responder se o Brasil tem condições de mudar para melhor.
[ Jorge Amado ]
"A coisa pior que pode acontecer a um escritor é ficar cavando prêmios."
Obs.: Em 1992, ao responder se aspirava ao Prêmio Nobel de Literatura.
[ Jorge Amado ]
"Só na Bahia poderia se ver tanta gente festejando um homem que não é político, fazendeiro, rico, cardeal ou general."
Obs.: Em 1992, sobre o show em homenagem aos seus 80 anos.
[ Jorge Amado ]
"Um escritor aos 80 anos está começando a aprender a escrever."
Obs.: Ao completar 80 anos, sobre o ofício de escrever.
[ Jorge Amado ]
"Sou filho da cultura popular da Bahia e da cultura francesa. Esta é uma das minhas misturas."
Obs.: Em 1992, sobre a exposição em sua homenagem no Centro Georges Pompidou, em Paris.
[ Jorge Amado ]
"A gerente, que nos conheceu bolcheviques convictos e marginalizados, não entende nada quando vê o Mario presidente e outros, ministros e escritores famosos."
Obs.: Em 1993, sobre a convivência com Mario Soares na época do exílio, quando viviam em um hotel em Paris.
[ Jorge Amado ]
"Para mim, o sexo sempre foi uma festa. Aos 82 anos, a festa é muito diferente do que era aos 20, aos 50, mesmo aos 60: é uma festa que é feita da experiência, do refinamento."
Obs.: Em 1994, aos 82 anos.
[ Jorge Amado ]



