Todo mundo já esteve apaixonado e foi abandonado, e todo mundo já teve alguém que amou de verdade e que não foi capaz de amar. E isso é dor e é sofrimento, e é dessas coisas que eu falo quando canto, preciso acreditar nas palavras senão não consigo cantar. E lá estou eu expondo a minha alma, meus sentimentos, tudo o que tenho por dentro, e se olho a platéia e eles não estão entendendo, é como um soco na cara.
Nunca fui capaz de controlar meus sentimentos, mantê-los lá dentro. Antes, isso estragava a minha vida, sempre fui uma vítima de mim mesma. Eu vazia coisas erradas, fugia, ficava maluca. Agora faço esse sentimento trabalhar para mim, através da música, ao invés de me destruir.
Eu trocaria todos os meus amanhãs por um único ontem.
Tudo é sentimento... como sexo, só que mais abrangente. É uma mistura de amor, desejo e calor; aquela coisa em nossos corpos que todos nós sacamos... Quando estou cantando não penso. Só fico ali, com os olhos fechados, sentindo, me sentindo bem. Obs.: Em uma entrevista a Hubert Saal do Newsweek em 24 de fevereiro de 1969.
Minha música é sobre o sofrimento, sua vigência. Sua presença.
Se você não quer nada, não se conforma, você não sente dor, sofrimento. Blues é querer uma coisa que você não tem.
Algumas vezes a música é a única forma de melhorar a vida!
Vivo para o momento das apresentações, cheia de emoção e excitação, como esperando por alguém a vida toda.
Largue-se e você será muito mais do que jamais sonhou ser.
Eu nunca vou conseguir ser um astro como Dylan ou Hendrix por que eu sempre falo a verdade...