Esta noite somos todos iguais. Obs.: Ao cantar o hino gay People, na boate gls Le Boy, RJ, revelando-se, janeiro de 2004.
Despois de ficar dois anos na América, voltei moderninho, usando roupas coladas. Aprendi a dançar e fiquei sexy. Eu me visto para as mulheres!
Se tivesse perdido a voz, teria me suicidado.
Prefiro cantar do que amar. Casei com a carreira, sou auto-suficiente e me basto.
É verdade. Quando tocava, todo mundo cantava junto, era um delírio.
Antes gritava mais, agora estou cantando melhor.
Chamei um rapaz de viado quando era criança e apanhei do meu irmão. Como toda a molecada, transava com ele. Obs.: Cantor comentando aos 72 anos.
Eu sou o precursor do metrossexualismo brasileiro. A primeira plástica, a segunda plástica, o cabelo, os brilhos. Estou sempre querendo descobrir um creminho.
Nós somos diferentes. Obs.: Dirigindo-se à platéia de gays e simpatizantes da boate Le Boy, no Rio, durante o lançamento de seu CD.