Na faculdade pública meus pais não podiam reclamar que pagavam mensalidade e a faculdade ajudava no meu projeto de vida de não fazer nada. Não me formei, mas foram ótimos anos.
Fala sério, aí! Obs.: Bordão de Marrentinho Carioca, jogador de futebol do fictício Tabajara Futebol Clube.
No Brasil, a televisão sofre preconceito. Mas a produção de TV aqui é a melhor. Na Espanha e na Itália, por exemplo, as TVs parecem um enorme SBT. Obs.: Ao Globo, em 2004.
A gente não aceita porque o negócio do Tabajara é ser o pior time do mundo e, se a gente jogar contra o Brasil, corre o risco de vencer. Obs.: Ao Globo, em 2002, ironizando as dificuldades enfrentadas pela seleção na época.
Barcelona antes das Olimpíadas parecia governada pelo Cesar Maia. Hoje é uma das cidades mais lindas do mundo. Olimpíada é bom demais. Obs.: Ao Jornal do Brasil, em 1996.
Tim Maia ficou irritado comigo por causa da imitação que fiz dele e disse que ia me dar porrada. Mas no dia em que ele marcar a briga não vou ficar preocupado, porque sei que ele vai furar. Obs.: À Veja, em 1994.
Sabe quando uma loura tem dois neurônios? Quando está grávida. Obs.: Ao Globo, em 1997.
Somos o grupo de humoristas mais politicamente correto do Brasil debochamos de todas as minorias sem nenhuma distição de sexo, credo ou raça. E temos amparo para isso porque há no grupo dois judeus, dois negros e até uma bicha, que não posso dizer quem é. Obs.: À Veja, em 1994.
O lugar mais estranho onde fiz amor? São Paulo. Obs.: Ao 'Perfil do Consumidor' do Jornal do Brasil, em 1992.
Aí, ele ligou no celular e liberou a bunda. Isso deu uma enorme repercussão. Obs.: À Folha de S. Paulo, em 1992, ao comentar a reação do então diretor da Globo à piada anterior.